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Erastos



Tércio de Icônio (em grego: Ἔραστος; em latim: Erastus)  “Erasto de Paneas” é um dos Setenta Discípulos. Ele é citado no Novo Testamento em «Saúda-vos Gaio, meu hospedeiro e o da igreja toda. Saúda-vos Erasto, tesoureiro da cidade, e Quarto, nosso irmão.» (Romanos 16:22) como tendo sido o tesoureiro da igreja de Jerusalém. Ele foi consagrado bispo de Paneas, na Palestina. — Continue esta resenha biográfica na W


O nome “Erasto” é citado três vezes nos Evangelhos: Atos 19.22 (Timóteo e Erasto); Romanos 16.23 e em 2 Timóteo 4.20.

Vide uma nota de J. Herculano Pires sobre conhecida citação de Erasto.


Thomas Erasto (7 de setembro de 1524 - 31 de dezembro de 1583) foi um médico e teólogo suíço, mais conhecido por uma obra publicada postumamente em que ele argumentou que os pecados dos cristãos devem ser punidos pelo Estado, e não pela retenção na fonte dos sacramentos da igreja. A generalização desta idéia, que o Estado é supremo nos assuntos da igreja, ficou conhecida erroneamente como Erastianismo. [http://www.theanglocatholic.com/2010/02/erastianism/]

Erasto nasceu de pais pobres, provavelmente em Baden, cantão de Aargau, na Suíça. Seu sobrenome original era Lüber, que ele traduziu em estilo humanista “Erasto”.

Em 1540 foi estudar artes e teologia em Basiléia. Depois de sobreviver à peste em 1544, mudou-se para Bolonha como estudante de filosofia e medicina. Em 1553 tornou-se médico em Henneberg, Saxe-Meiningen, e em 1558 ocupou o mesmo cargo com o eleitor palatino, Otto Henrique, sendo ao mesmo tempo professor de medicina em Heidelberg, sucessor de seu protetor, Frederico III, que o fez (1559) um vereador e membro do Consistório da Igreja.

Na teologia ele seguiu Zwingli, e nas conferências sacramentarianas de Heidelberg (1560) e Maulbronn (1564) advogou a doutrina Zwingliana da Ceia do Senhor. — Continue esta resenha biográfica na W


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