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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO III — ESPIRITISMO, O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS
Módulo III — Os vícios e as Virtudes

Roteiro 5


O poder transformador da prece


Objetivos: Destacar a importância e benefícios da prece.Identificar as características da prece.



IDEIAS PRINCIPAIS

  • Pela prece o homem atrai o concurso dos Espíritos bons, que vêm sustentá-lo em suas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos. Ele adquire, desse modo, a força moral necessária para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, se deste se afastou. Por esse meio, pode também desviar de si os males que atrairia pelas suas próprias faltas. […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 27, item 11.

  • Segundo o Codificador, […] a principal qualidade da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos, que são apenas enfeites de lantejoulas. Cada palavra deve ter seu alcance próprio, despertar uma ideia, mover uma fibra. Numa palavra: deve fazer refletir. Somente sob essa condição a prece pode alcançar o seu objetivo; de outro modo, não passa de ruído. […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 28, item 1.

  • No entanto, temos de orar sempre. Não devemos subestimar o valor da nossa comunicação com Deus. Teremos de atravessar épocas difíceis? Estamos deprimidos? Continuemos a orar. A prece é luz e orientação em nossos próprios pensamentos. Espírito Anderson: Entre irmãos de outras terras. Capítulo 39.



 

SUBSÍDIOS


A oração pode ser entendida como uma aproximação com Deus, por meio de palavras ou do pensamento, realizada em particular ou em público. Inclui um ato de louvor ou adoração, um agradecimento ou um pedido: “[…] A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é pôr-se em comunicação com Ele. Pela prece podemos fazer três coisas: louvar, pedir e agradecer.” (1)

Percebe-se que, à medida que o Espírito evolui, este se contenta mais em louvar ou agradecer a Deus, a Jesus ou aos Espíritos protetores, do que endereçar-lhes petitórios, uma vez que já consegue identificar as inúmeras bênçãos que a bondade e misericórdia divinas cumulam sobre a sua existência, todos os dias.

Entretanto, independentemente das características da prece (louvar, agradecer, pedir). “O poder da prece está no pensamento. Não depende de palavras, nem de lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda parte, e a qualquer hora, a sós ou em comum. A influência do lugar e do tempo só se faz sentir nas circunstâncias que favoreçam o recolhimento.” […]. (2)


1. A importância da prece


A prece é um ato muito importante de ligação com os planos mais elevados da vida. Infelizmente, ainda não é inteiramente compreendida (ou exercitada) pela maioria dos que oram, mesmo por pessoas que possuem maiores esclarecimentos a respeito da ação dos fluidos magnéticos e da proteção espiritual.


Pela prece o homem atrai o concurso dos Espíritos bons, que vêm sustentá-lo em suas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos. Ele adquire, desse modo, a força moral necessária para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, se deste se afastou. Por esse meio, pode também desviar de si os males que atrairia pelas suas próprias faltas. Um homem, por exemplo, vê sua saúde arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta, até o fim de seus dias, uma vida de sofrimento; terá o direito de queixar-se, se não obtiver a cura que deseja? Não, porque poderia ter encontrado na prece a força de resistir às tentações. (3)


Reforçando mais ainda a importância da prece, o Codificador destaca que:


Seria ilógico concluir desta máxima: “Seja o que for que peçais na prece, crede que vos será concedido”, que basta pedir para obter, como seria injusto acusar a Providência se não atender a toda súplica que lhe é feita, uma vez que ela sabe, melhor do que nós, o que é para o nosso bem. É assim que procede um pai criterioso que recusa ao filho o que seja contrário aos seus interesses. O homem, em geral, só vê o presente. Ora, se o sofrimento é útil à sua felicidade futura, Deus o deixará sofrer, como o cirurgião deixa que o doente sofra as dores de uma operação que lhe trará a cura. O que Deus concederá ao homem, se ele lhe pedir com confiança, é a coragem, a paciência e a resignação. Também lhe concederá os meios de se lhe livrar por si mesmo das dificuldades, mediante ideias que fará que os Espíritos bons lhe sugiram, deixando-lhe dessa forma o mérito da ação. Ele assiste os que se ajudam a si mesmos, conforme esta máxima: “Ajuda-te, que o Céu te ajudará” […]. (4)


2. Característica da prece


Segundo Kardec, “a principal qualidade da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos, que são apenas enfeites de lantejoulas. Cada palavra deve ter seu alcance próprio, despertar uma ideia, mover uma fibra. Numa palavra: deve fazer refletir. Somente sob essa condição a prece pode alcançar o seu objetivo; de outro modo, não passa de ruído. […]. (5) Além disso, “uma condição essencial da prece, segundo São Paulo (O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo 27, item 16), é que seja inteligível, a fim de que nos possa falar ao espírito. […]”. (5)


2.1 Maneira correta de orar


Os Espíritos sempre disseram, a respeito, que


A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um, segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais o coração em nada tome parte.” Os Espíritos jamais prescreveram qualquer fórmula absoluta de preces. Quando dão alguma, é apenas para fixar as ideias e, sobretudo, para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. Fazem-no também com o fim de auxiliar os que sentem embaraço para externar suas ideias, pois algumas pessoas não acreditariam ter orado realmente, desde que não formulassem seus pensamentos. […]. (6)


Um exemplo de prece:


Senhor, ensina-nos a oferecer-te o coração puro e o pensamento elevado na oração. Ajuda-nos a pedir, em Teu Nome, para que a força de nossos desejos não perturbe a execução de teus desígnios. Ampara-nos, a fim de que o nosso sentimento se harmonize com a tua vontade e que possamos, cada dia, ser instrumentos vivos e operosos da paz e do amor, do aperfeiçoamento e da alegria, de acordo com a tua Lei. Assim seja. (7)


Todas as preces fervorosas são boas:


O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração e não de lábios. Não impõe nem reprova nenhuma. Deus segundo ele, é grande demais para repelir a voz que lhe implora ou lhe entoa louvores, porque o faz de um modo e não de outro. Quem quer que lance anátema às preces que não estejam no seu formulário provará que desconhece a grandeza de Deus. Crer que Deus se atenha a uma fórmula é emprestar-lhe a pequenez e as paixões da Humanidade. […]. (8)


A sincera atitude da alma na prece não obedece aos movimentos mecânicos vulgares. Nas operações da luta comum, a criatura atende, invariavelmente, aos automatismos da experiência material que se modifica de maneira imperceptível, nos círculos do tempo; todavia, quando se volta a alma aos santuários divinos do plano superior, através da oração, põe-se a consciência em contato com o sentido eterno e criador da vida infinita. (9)


2.2 A prece não nos isenta das provações


Se é do interesse do aflito que a sua prova siga o seu curso, ela não será abreviada a nosso pedido. Mas seria ato de impiedade desanimarmos por não ter sido satisfeita a nossa súplica. Aliás, em falta de cessação da prova, podemos esperar alguma outra consolação que lhe suavize o amargor. O que de mais precisa aquele que se acha aflito é a resignação, a coragem, sem as quais não lhe será possível sofrê-la com proveito para si, porque terá de recomeçar a prova. É, pois, sobretudo para esse objetivo que se deve dirigir os esforços, quer pedindo que os Espíritos bons lhe venham em auxílio, quer levantando-lhe o moral por meio de conselhos e encorajamentos, quer, enfim, assistindo-o materialmente, se for possível. A prece, neste caso, pode também ter efeito direto, dirigindo, sobre a pessoa por quem é feita, uma corrente fluídica com vistas a lhe fortalecer o moral. (10)


Diante da prova, orar, envidando meios de transformá-la em experiência benéfica.

Diante da penúria, orar, desenvolvendo serviço que a desfaça.

Diante da ignorância, orar, acendendo luz que lhe dissipe a sombra.

Diante da enfermidade, orar, procurando medicação que lhe afaste os prejuízos.

Diante do desastre, orar, empreendendo ações que lhe anulem os efeitos.

Diante da dificuldade, orar, aproveitando a lição dos obstáculos de modo a evitá-los futuramente.

Diante do sofrimento, orar, construindo caminhos para a devida libertação.

Diante da discórdia, orar, edificando recursos para o estabelecimento da paz.

Orar sempre, mas agir cada vez mais para que se realize o melhor.

Disse-nos o Senhor: “vigiai e orai para que não entreis em tentação…” e, realmente, acima de tudo vigiam e oram aqueles que ativamente se esforçam para que, em tudo, se faça o bem que nos cabe fazer. (11)


2.3 A prece não dispensa esforço para superar os desafios da vida


No versículo sétimo do capítulo sete dos apontamentos do apóstolo Mateus, no Evangelho, diz-nos Jesus: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á.” Em linguagem de todos os tempos, isto quer dizer; desejai ardentemente e as oportunidades aparecerão; empenhai-vos a encontrar o objeto de vossos anseios e tê-lo-eis à vista; todavia é preciso combater o bom combate, trabalhar, agir e servir, para que se vos descerrem os horizontes e as realizações que demandais. Semelhantes princípios regem as leis da prece. A oração ampara sempre; no entanto, se o interessado em proteção e socorro não lhe prestigia a influência, ajudando-lhe a ação, a benefício dos seus próprios efeitos, de certo que não funciona. (12)


Na floresta mental em que avança, o homem frequentemente se vê defrontado por vibrações subalternas que o golpeiam de rijo, compelindo-o à fadiga e à irritação, sejam elas provenientes de ondas enfermiças, par tidas dos desencarnados em posição de angústia e que lhe partilham o clima psíquico, ou de oscilações desorientadas dos próprios companheiros terrestres desequilibrados a lhe respirarem o ambiente. Todavia, tão logo se envolva nas vibrações balsâmicas da prece, ergue-se-lhe o pensamento aos planos sublimados, de onde recolhe as ideias transformadoras dos Espíritos benevolentes e amigos, convertidos em vanguardeiros de seus passos, na evolução. (13)


2.4 Ponderar sobre o que pedir na oração


Orar constitui a fórmula básica da renovação íntima, pela qual divino entendimento desce do Coração da Vida para a vida do coração. Semelhante atitude da alma, porém, não deve, em tempo algum, resumir-se a simplesmente pedir algo ao Suprimento Divino, mas pedir acima de tudo, a compreensão quanto ao plano da Sabedoria Infinita, traçado para o seu próprio aperfeiçoamento, de maneira a aproveitar o ensejo de trabalho e serviço no bem de todos, que vem a ser o bem de si mesma. (13)


3. O poder transformador da prece


Na construção de simples casa de pedra há que despender longo esforço, para ajustar ambiente próprio, removendo óbices, eliminando asperezas e melhorando a passagem. […] Assim também na esfera de cogitações de ordem espiritual. Na edificação da paz doméstica, na realização dos ideais generosos, no desdobramento de serviços edificantes, urge providenciar recursos ao entendimento geral, com vistas à cooperação, à responsabilidade, ao processo de ação imprescindível. E sem dúvida a prece representa a indispensável alavanca renovadora, demovendo obstáculos no terreno duro da incompreensão. A oração é divina voz do espírito no grande silêncio. Nem sempre se caracteriza por sons articulados na conceituação verbal, mas, invariavelmente, é prodigioso poder espiritual comunicando emoções e pensamentos, imagens e ideias, desfazendo empecilhos, limpando estradas, reformando concepções e melhorando o quadro mental em que nos cabe cumprir a tarefa a que o Pai nos convoca. […] A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos gritos desordenados de quem prefere a aflição e se entrega à imprudência, mas a oração tecida de harmonia e confiança é força imprimindo direção à bússola da fé viva, recompondo a paisagem em que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior. (14)


[…] De essência divina, a prece será sempre o reflexo positivamente sublime do Espírito, em qualquer posição, por obrigá-lo a despedir de si mesmo os elementos mais puros de que possa dispor. No reconhecimento ou na petição, na diligência ou no êxtase, na alegria ou na dor, na tranquilidade ou na aflição, ei-la exteriorizando a consciência que a formula, em efusões indescritíveis, sobre as quais as ondulações do Céu corrigem o magnetismo torturado da criatura, insulada no sofrimento educativo da Terra, recompondo-lhe as faculdades profundas. A mente centralizada na oração pode ser comparada a uma flor estelar, aberta ante o Infinito, absorvendo-lhe o orvalho nutriente de vida e luz. Aliada à higiene do espírito, a prece representa o comutador das correntes mentais, arrojando-as à sublimação. (15)


Examine cada aprendiz as sensações que experimenta em se colocando na posição de rogativa ao Alto, compreendendo que se lhe faz indispensável a manutenção da paz interna perante as criaturas e quadros circunstanciais do caminho. A mente que ora, permanece em movimentação na Esfera invisível. […]. (16)


No entanto, temos de orar sempre. Não devemos subestimar o valor da nossa comunicação com Deus. Teremos de atravessar épocas difíceis? Estamos deprimidos? Continuemos a orar. A prece é luz e orientação em nossos próprios pensamentos. (17)


Como poderá alguém manter a própria consciência tranquila sem intenções sinceras? De igual modo, poderemos indagar: — Como sustentar o coração sereno durante a prece, sem análise real de si mesmo? A oração para surtir resultados essenciais de conforto exige enfrentemos a consciência em todas as circunstâncias. […] A coexistência do mal e do bem no íntimo do ser impossibilita o estabelecimento da paz. Sentimentos odiosos e vindicativos impedem a floração da espiritualidade superior. A Deus não se ilude. E a oração exterioriza a nossa emoção real. […]. (18)


Abraça o trabalho e a prece, como sendo a embarcação e a bússola do caminho. Rochedos de incompreensão escondem-se, traiçoeiros, sob a crista das ondas, ameaçando-te a rota. No entanto, ora e serve. A prece ilumina. O trabalho liberta. Monstros do precipício surgem a tona, inclinado-te a perturbação e ao soçobro. Contudo, ora e serve. A prece guia. O trabalho defende. Tempestades de aflição que aparecem de chofre, vergastando-te o refúgio. Entretanto, ora e serve. A prece reanima. O trabalho restaura. Companheiros queridos que te suavizavam as agruras da marcha desembarcam nas ilhas de enganoso descanso, deixando-te as mãos sob multiplicados encargos. Todavia, ora e serve. A prece consola. O trabalho sustenta. Em todos os problemas e circunstâncias que te pareçam superar o quadro das próprias forças, ora e serve. A prece é silêncio que inspira. O trabalho é atividade que aperfeiçoa. O viajor mais importante da Terra também passou pelo oceano do suor e das lágrimas, orando e servindo. Tão escabrosa lhe foi a peregrinação, entre os homens, que não sobrou amigo algum para compartilhar-lhe espontaneamente os júbilos da chegada pelo escaler em forma de cruz. Tão alto, porém, acendeu ele a flama da prece, que pôde compreender e desculpar os próprios algozes, e tão devotadamente se consagrou ao trabalho, que conseguiu vencer os abismos da morte e voltar aos braços dos amigos vacilantes, como a repetir-lhes em regozijo e vitória: “Tende bom animo! Eu estou aqui”. (19)


ORIENTAÇÕES AO MONITOR:

  • Fazer breve explanação sobre a importância e as características da prece.

  • Em seguida, pedir aos três participantes, convidados na reunião anterior, que apresentem para os colegas relatos sobre os benefícios da prece.

  • Concluídas as apresentações, fazer, em conjunto com a turma, análise dos relatos, estudando detalhes dos casos: circunstâncias que marcaram a história, pessoas envolvidas, ocorrências de situações inusitadas ou especiais, aprendiza dos evidenciados e benefícios decorrentes, entre outros.

  • Destacar a importância do trabalho e do esforço pessoal que devem ser conjugados à prece, enquanto se aguarda as respostas do Alto.




Referências:

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Questão 659, p. 417.

2. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Capítulo 27, item 15, p. 465.

3. Idem, ibidem - Item 11, p. 461-462.

4. Idem, ibidem - Item 7, p. 458-459.

5. Idem - Capítulo 28, Preâmbulo, item l, p. 477.

6. Idem, ibidem - p. 475, 476.

7. XAVIER, Francisco Cândido. Pai nosso. Pelo Espírito Meimei. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo Prece, p. 103.

8. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 28, item 1, p. 476.

9. XAVIER, Francisco Cândido. Pão nosso. Pelo Emmanuel. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Capítulo 45, p. 105.

10. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 28, item 42, p. 512-513.

11. XAVIER, Francisco Cândido. Bênção de paz. Pelo Espírito Emmanuel. 7. ed. São Bernardo do Campo: GEEM, 1981. Capítulo 59, p. 145-146.

12. Idem - Segue-me. Pelo Espírito Emmanuel. Matão: O Clarim, 1973. Capítulo Ação e prece, p.163-164.

13. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo 25 (Oração), item: Prece e renovação, p. 197.

14. XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de luz. Pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Capítulo 98, p. …

15. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo 25. Item: Grandeza da oração. p. 195.

16. XAVIER, Francisco Cândido. Pão nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Capítulo 45, p. 105.

17. XAVIER, Francisco Cândido Xavier e VIEIRA, Waldo. Entre irmãos de outras terras. Pelo Espírito Anderson. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo 39, p. 135.

18.  Idem - Ideal espírita. Diversos Espíritos. 7. ed. Uberaba: CEC. Capítulo 90 (Orar e perdoar, mensagem do Espírito Emmanuel), p. 213-214.

19. XAVIER, Francisco Cândido. Justiça divina. Pelo Espírito Emmanuel. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Capítulo Ora e serve, p. 131-133.


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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