Bíblia do Caminho Estudos Espíritas

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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO III — ESPIRITISMO, O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS
Módulo IV — A Humanidade Regenerada

Roteiro 8


Os bons espíritas


Objetivos: Citar as principais características dos bons espíritas.Explicar como se identifica o verdadeiro espírita.



IDEIAS PRINCIPAIS

  • Os sinceros adeptos do Espiritismo […] não são os que se sentem tocados pela observação de fenômenos extraordinários, mas os que dele recebem a consolação para suas almas; os a quem liberta das torturas da dúvida; aqueles a quem levantou o ânimo na aflição, que hauriram forças na certeza, que lhes trouxe, acerca do futuro, no conhecimento do seu ser espiritual e de seus destinos. Esses os de fé inabalável, porque sentem e compreendem. Os que no Espiritismo unicamente procuram efeitos materiais, não lhe podem compreender a força moral. […]. Allan Kardec. A gênese: Capítulo XV, Item 28.

  • Outra coisa não fazem os espiritistas, em matéria doutrinária, que não seja admitir os ensinos do Cristo, nosso Mestre. […]. Carlos Imbassahy. Religião: Item: O cristianismo.

  • […] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo: Capítulo XVII, Item 4.



 

SUBSÍDIOS


Ensina o Evangelho o papel que os espíritas devem desempenhar na sociedade:


Ninguém pode servir a dois senhores: com efeito, ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro. (Lucas, 16:13. Bíblia de Jerusalém)


Os espíritas são, portanto, servidores que se empenham em se tornar pessoas de bem, que não ignoram a transitoriedade dos atrativos da vida no plano físico e que servem a Jesus, como Mestre e Senhor. Compreendem, igualmente, que como


[…] o Reino do Cristo ainda não é da Terra, não se pode satisfazer a Jesus e ao mundo, a um só tempo. O vício e o dever não se aliam na marcha diária. […] Cristo é a linha central de nossas cogitações. Ele é o Senhor único, depois de Deus, para os filhos da Terra, com direitos inalienáveis, porquanto é a nossa luz do primeiro dia evolutivo e adquiriu-nos para a redenção com os sacrifícios de seu amor. Somos servos d’Ele. Precisamos atender-lhe aos interesses sublimes, com humildade. E, para isso, é necessário não fugir do mundo, nem das responsabilidades que nos cercam, mas, sim, transformar — a parte de serviço confiada ao nosso esforço, nos círculos de luta, em célula de trabalho do Cristo. A tarefa primordial do discípulo é, portanto, compreender o caráter transitório da existência carnal, consagrar-se ao Mestre como centro da vida e oferecer aos semelhantes os seus divinos benefícios. (1)


Nem todas as pessoas que participam de uma casa espírita são, efetivamente, espíritas, pois existem diferentes motivos que conduzem uma pessoa ao centro espírita. Há, inclusive, as que continuam vinculadas a outras interpretações religiosas, a despeito de apreciarem os ensinamentos do Espiritismo. Em geral, são pessoas espiritualistas, que buscam algo além das condições materiais em que o mundo se encontra mergulhado: “[…] Todas as religiões são necessariamente fundadas sobre o espiritualismo. Quem quer que creia que em nós existe outra coisa, além da matéria, é espiritualista, o que não implica a crença nos Espíritos e nas suas manifestações.” (2)

Sendo assim, antes de ser espírita, propriamente dito, é preciso que o indivíduo seja espiritualista. Este é o primeiro passo. “[…] Falar-lhe dos Espíritos, antes que esteja convencido de que tem uma alma, é começar por onde se deve acabar, pois não lhe será possível aceitar a conclusão, sem que admita as premissas.[…].” (3)


[…] Antes, pois, de tentarmos convencer um incrédulo, mesmo por meio dos fatos, convém nos certificarmos de sua opinião relativamente à alma, isto é, se ele acredita na sua existência, na sua sobrevivência ao corpo, na sua individualidade após a morte. Se a resposta for negativa, falar-lhe dos Espíritos seria pura perda de tempo. Eis aí a regra. Não dizemos que não comporte exceções. Mas, neste caso, provavelmente haverá outra causa que o torna menos refratário. (3)


O segundo passo é conduzir o adepto ao estudo espírita. Ele necessita esclarecer-se a respeito dos fundamentos doutrinários, quais são as proposições, objetivos e finalidades do Espiritismo. Os cursos regulares de Doutrina Espírita, as palestras evangélico-doutrinárias e os livros espíritas são fundamentais para atender a essa finalidade. Neste contexto, Allan Kardec esclarece: (4)


Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência, toda uma filosofia. Portanto, quem quiser conhecê-lo seriamente deve, como primeira condição, dispor-se a um estudo sério e convencer-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido como se estivéssemos brincando. Também já dissemos que o Espiritismo diz respeito a todas as questões que interessam à Humanidade. Seu campo é imenso e devemos encará-lo principalmente pelas suas conseqüências. A crença nos Espíritos constitui sem dúvida a sua base, mas essa crença não basta para fazer de alguém um espírita esclarecido, como a crença em Deus não é suficiente para fazer um teólogo.


1. Categorias dos adeptos do Espiritismo


Entre os freqüentadores das casas espíritas, há um grupo numeroso de simpatizantes da Doutrina Espírita, mas que ainda não se revelam como verdadeiros espíritas: ainda têm muitas dúvidas a respeito dos fatos espíritas ou dos ensinamentos do Espiritismo. Kardec os nomeou de indecisos. (5)


[…] São, em geral, espiritualistas por princípio. Na maioria deles há uma vaga intuição das idéias espíritas, uma aspiração de qualquer coisa que não podem definir. Falta-lhes apenas coordenar e formular os pensamentos. Para eles o Espiritismo é um traço de luz, a claridade que dissipa o nevoeiro. Por isso mesmo o acolhem com avidez, porque ele os liberta das angústias da incerteza. (5)


Há também um outro grupo, que não deixa de ser singular, denominados pelo Codificador do Espiritismo como de espíritas sem o saberem.


[…] A bem dizer, constituem uma variedade, ou uma subdivisão da classe precedente. Sem jamais terem ouvido falar da Doutrina Espírita, possuem o sentimento inato dos seus grandes princípios e esse sentimento se reflete em algumas passagens de seus escritos e de seus discursos, a tal ponto que os seus ouvintes presumem que eles são completa mente iniciados. Encontramos numerosos exemplos desse fato nos escritores profanos e sagrados, nos poetas, oradores, moralistas e nos filósofos antigos e modernos. (6)


Entre os espíritas, propriamente ditos, os que estudam os postulados da Doutrina Espírita, que conhecem as obras espíritas, sobretudo as básicas, há também diferentes categorias, como assinala Allan Kardec.

  • 1° Os que crêem pura e simplesmente nas manifestações. Para eles, o Espiritismo é apenas uma ciência de observação, uma série de fatos mais ou menos curiosos. Nós lhes chamaremos espíritas experimentadores; (7)

  • 2° Os que vêem no Espiritismo mais do que fatos; compreendem sua parte filosófica, admiram a moral daí decorrente, mas não a praticam. A influência da Doutrina sobre o caráter deles é insignificante ou nula. Não modificam em nada os seus hábitos e não se privam de um só prazer. O avarento continua sovina, o orgulhoso se conserva cheio de si, o invejoso e o ciumento são sempre hostis. Consideram a caridade cristã apenas uma bela máxima. São os espíritas imperfeitos; (8)

  • 3° Os que não se contentam em admirar a moral espírita, mas a praticam e aceitam todas as suas conseqüências. Convencidos de que a existência terrestre é uma prova passageira, tratam de aproveitar os seus breves instantes para avançar pela senda do progresso, única que os pode elevar na hierarquia do mundo dos Espíritos, esforçando-se por fazer o bem e reprimir seus maus pendores. Suas relações são sempre seguras, porque a convicção que nutrem os afasta de todo pensamento do mal. A caridade é, em tudo, a sua regra de conduta. São os verdadeiros espíritas, ou melhor, os espíritas cristãos. (8)

  • 4° Há, finalmente, os espíritas exaltados. A espécie humana seria perfeita, se sempre tomasse o lado bom das coisas. O exagero é prejudicial em tudo. No Espiritismo ele incute confiança demasiado cega e freqüentemente pueril, no tocante aos fenômenos do mundo invisível, levando a aceitar, com muita facilidade e sem verificação, aquilo que a reflexão e o exame demonstrariam ser absurdo e mesmo impossível. O entusiasmo, porém, não reflete: deslumbra. Esta espécie de adeptos é mais nociva do que útil à causa do Espiritismo. São os menos aptos para convencer a quem quer que seja, porque todos desconfiam, e com razão, do julgamento deles. Graças à boa-fé que os anima, são iludidos pelos Espíritos mistificadores e pelos homens que procuram explorar a sua credulidade. […]. (9)

Os bons espíritas estão incluídos, portanto, na terceira categoria, que é a dos verdadeiros espíritas ou dos espíritas cristãos.


2. Características dos bons Espíritos


Os bons espíritas não são meros seguidores ou adeptos da Doutrina Espírita. Possuem qualidades que os diferenciam dos demais indivíduos, pois se esforçam em ser bons cristãos. Assemelham-se ao servidor que multiplicou os talentos recebidos de Deus, produzindo inúmeros frutos, como ensina a Parábola dos Talentos (Mateus, 25:14-30).

Podem ser comparados, também, ao semeador que, movido pelo propósito de auxiliar a seus irmãos em humanidade, espalha a boa semente dos ensina- mentos pelos campos do mundo, sem esperar qualquer tipo de retribuição, apenas seguindo as orientações do Evangelho, como consta da Parábola do Semeador (Mateus, 13:3-9)


[…] Seus mais sinceros adeptos não são os foram tocados pela observação de fenômenos extraordinários, mas os que dele recebem a consolação para suas almas; os que se libertam da tortura da dúvida; aquele a quem levantou o ânimo na aflição, que hauriram forças na certeza de um futuro feliz, no conhecimento do seu ser espiritual e de seus destinos. São esses os de fé inabalável, porque sentem e compreendem. Os que não vêem no Espiritismo senão efeitos materiais, não podem compreender a sua força moral. […]. (10)


O bom espírita é, sobretudo, cristão


1. […] Outra coisa não fazem os espiritistas, em matéria doutrinária, que não seja admitir os ensinos do Cristo, nosso Mestre. […]. (11)

2. […] Crede que o Espiritismo é o restaurador do Cristianismo em sua primitiva e gloriosa pureza e que os espíritas sinceros são, por excelência, na atualidade, os cristãos mais diretamente responsáveis pela substancialização dos ensinamentos que o nosso Divino Mestre legou à Humanidade. […]. (12)

3. […] E é assim que, atormentados por dificuldades e crises de toda espécie — aflitiva colheita de velhos males — , cada qual de nós tem necessidade de prosternar-se perante o Mestre Divino, à maneira do escriba do Evangelho, guardando n’alma o próprio sonho de felicidade, enfermiço ou semimorto, a exorar em contraditória rogativa: — Senhor, eu creio! Ajuda a minha incredulidade! (13)

4. Em todos os instantes, reconhecer-se na presença de Jesus, que nos ampara nas obras do bem eterno. […] Em todas as circunstâncias, eleger, no Senhor Jesus, o Mestre invariável de cada dia. Somos o rebanho, Jesus é o Divino Pastor. (14)


O bom espírita não descura da sua melhoria espiritual


1. […] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. […]. (15)

2. […] Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí- vos, este o segundo. Todas as verdades encontram-se no Cristianismo; os erros que nele se arraigaram são de origem humana. E eis que do além-túmulo, que julgáveis o nada, vozes vos clamam: “Irmãos! nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade.” (16)

3. […] Espírita é, pois, aquele que estuda, aceita e pratica com fidelidade os salutares princípios doutrinários, erigidos por edificante monumento tendente a operar, com o tempo, a renovação do espírito humano. […]. (17)


O bom espírita sabe exemplificar


[…] Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina a matéria de modo mais completo, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar as fibras que nos outros se conservam inertes. Numa palavra: é tocado no coração, daí por que é inabalável a sua fé. Um é como c músico, a quem bastam alguns acordes para comover, ao passo que o outro apenas ouve sons. […]. (18)


O bom espírita esforça-se para ser virtuoso, praticante da caridade


1. A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caridoso, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. […] À virtude assim compreendida e praticada que vos convido, meus filhos; é a essa virtude verdadeiramente cristã e verdadeiramente espírita que vos incito a consagrar-vos. Afastai, porém, de vossos corações tudo o que seja orgulho, vaidade, amor-próprio, que sempre tiram o encanto das mais belas qualidades. […]. (19)

2. […] Sois chamados a entrar em contato com espíritos de naturezas diferentes, de caracteres opostos: não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes. […] A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta; mas, os deveres da caridade se estendem as todas as posições sociais, desde o menor até o maior. O homem que vivesse isolado não teria nenhuma caridade a praticar. Somente no contato com os seus semelhantes, nas lutas mais penosas é que ele encontra ocasião de praticá-la. […]. (20)

3. […] Não imagineis, portanto, que, para viverdes em constante comunhão conosco, para viverdes sob as vistas do Senhor, seja preciso que vos mortifiqueis com cilício e vos cubrais de cinzas. Não, não, ainda uma vez vos dizemos. Sede felizes, segundo as necessidades da Humanidade; mas, que na vossa felicidade nunca entre um pensamento ou um ato que o possa ofender, ou fazer que se vele o semblante dos que vos amam e dirigem. Deus é amor; Ele abençoa aqueles que amam santamente. (21)


ORIENTAÇÕES AO MONITOR:

  • Realizar uma breve explanação sobre o assunto deste Roteiro de Estudo, oferecendo visão panorâmica dos seus conteúdos.

  • Dividir a turma em dois grupos para leitura dos subsídios. Cada grupo deve discutir e elaborar breve apresentação sobre um dos seguintes temas:

    a) as principais características dos bons espíritas;

    b) como se reconhece o verdadeiro espírita.

  • Após as apresentações, realizadas por relatores indicados pelos grupos, fazer uma síntese do estudo, procurando esclarecer dúvidas e fortalecer o entendi mento do assunto estudado.

  • Encerrar o assunto, utilizando as idéias de Emmanuel desenvolvidas na mensagem Palavras aos espíritas, inserida em anexo.


    Observação: informar aos participantes que o assunto da próxima reunião (A humanidade regenerada) será desenvolvido na forma de seminário, por um expositor especialmente convidado. Recomenda, então, à turma, leitura prévia do Roteiro de Estudo, e preparação de um questionário que será dirigido ao expositor no momento apropriado.



 

ANEXO


Palavras aos espíritas

(Emmanuel)




Referências:

1. XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Capítulo 142, p. 299-300.

2. KARDEC, Allan. O que é o espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Capítulo I, Item: Espiritismo e espiritualismo, p. 34.

3. Idem - O livro dos médiuns. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Primeira parte, Capítulo III, Item 19, p. 47.

4. Idem - Item 18, p. 45-46.

5. Idem - Item 26, p. 51.

6. Idem - Item 27, p. 51.

7. Idem - Item 28, p. 51-52.

8. Idem, ibidem - p. 52.

9. Idem, ibidem - p. 52-53.

10. Idem - A gênese: os milagres e as previsões segundo o espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Capítulo XV, Item 28, p. 417.

11. IMBASSAHY, Carlos. Religião. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Item: O cristianismo, p. 92.

12. XAVIER, Francisco Cândido. Instruções psicofônicas. Por diversos Espíritos. 9. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Capítulo 63 (Orando e vigiando - mensagem do Espírito Guillon Ribeiro), p. 275.

13. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. O Espírito da Verdade. Por diversos Espíritos. 17. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Capítulo 21 (Discípulos do cristo - mensagem do Espírito Jacinto Fagundes), p. 79.

14. VIEIRA, Waldo. Conduta espírita. Pelo Espírito André Luiz. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Capítulo 47, p. 153 e 155.

15. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008.Capítulo XVII, Item 4, p. 340.

16. Idem - Capítulo VI, Item 5, p. 153.

17. PERALVA, Martins. Estudando a mediunidade. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Capítulo XL, p. 280.

18.  KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo XVII, Item 4, p. 340.

19. Idem - Item 8, p. 344.

20. Idem - Item 10, p. 348.

21. Idem, ibidem -p. 349.


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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